Confesso que nunca entrou muito na minha cabeça o por que dessa disputa louca e eterna entre palestinos e judeus. Desde muito antes de nos entendermos por gente, essa galera se mata numa guerra sem fim, e o bagulho parece ser tão complicado e está tão distante de nossa realidade que nunca tomei a iniciativa de realmente entender o que acontece nesse canto do mundo. Na verdade, não sei nem se isso é possível...
Assim como nunca associei esses eventos contemporâneos àquelas historinhas que aprendemos na aula de religião do colégio, na leitura da Bíblia, na busca da Terra Santa, da Terra prometida aos descendentes de Abraao. Abraao??? Isaac? Jaco? Moises? Josue? Quem são esses caras? Quem é filho de quem? Nossa, essas coisas estavam tão distantes, tão esquecidas em algum lugar remoto do meu cérebro, que achei que nunca serviriam para nada... Mas agora sim, depois de alguns dias de treinamento intensivo e in loco (a maioria dos eventos do Antigo e do Novo Testamento se passou justamente no Egito, Jordania, Israel e nos territórios palestinos), as coisas ficaram um pouco mais claras para mim.
E como é bom aprender por vontade prórpria, apenas por interesse intelectual, e não por obrigação... Nunca gostei muito de história no colégio, sempre achei um saco, me identificava muito mais com matemática e outras exatas, e supreendentemente hoje em dia é uma das coisas que mais me fascinam, mais me despertam a curiosidade, como uma forma de entender um pouco mais o mundo que vivemos. E é justamente isso o que essa região aqui mais tem a oferecer... história.
PS: Se o seu passaporte tiver o carimbo de Israel, você não entra na maioria dos países árabes. Mas, para burlar essa palhaçada, o governo israelense disponibiliza um formulário que é carimbado e anexado ao seu passaporte, para ninguém saber que você passou por lá...
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Holy in the Holy Land
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