domingo, 29 de novembro de 2009

The Beach

Speechless...








quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Bangkok e norte da Tailandia












(ponte do rio Kwai)






"A vida só se dá a quem se deu." (Vinicius de Moraes)

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Com emocao!

Eu não ia contar uma coisa dessas aqui pois tenho certeza que meus pais vao ficar preocupados. Mas dado a intensa sequencia de acontecimentos e o fato que tudo terminou bem, acho que não tem mais problema.

Os 2 ultimos dias foram recheados de adrenalina. Ontem alugamos 3 motinhos (agora somos soh 3, perdemos o mano Zagao, que foi pra India) e no caminho para mais um templo, o capacete do Dudu, que estava bem na minha frente, soltou da cabeca dele e veio voando na direcao do meu rosto. A proxima coisa que me lembro era eu me arrastando no asfalto tailandes. Sorte que estavamos a menos de 50km/h (todos andam devagar no sudeste asiatco) e não vinha nenhum carro atras. Nenhuma consequencia grave, alem de joelhos e cotovelos em carne viva. Nada que minha pequena farmacia que carrego na mala não desse conta.

Os machucados incomodam de forma constante mas com pouca intensidade. O bicho pega mesmo eh na hora do banho, do mertiolate e na cama a noite... não tem nenhuma posicao minimamente confortavel. Mas isso não me impediria de participar do nosso trekking agendado para hoje.

Andamos de elefante, fomos a mais cachoeiras (sim, ardeu bastante!) e fizemos rafting, que comecou bastante calmo. Estavamos ate reclamando da falta de emocao, quando veio a descida mais punk e o barco virou. Geral na agua, Julio nadando ate a margem do rio, Dudu tentando se agarrar em algo e outros, incluindo eu, continuamos descendo a corredeira sem barco, tendo desviar das pedras e rezando nas quedas d'agua (se liguem no que nos esperava na ultima fotinho abaixo) ate sermos resgatados por outro grupo. Panico geral, mas tirando alguns arranhoes extras, no final todos sairam ilesos.










Nos, que estavamos pensando em praticar um pouco de Muay Thai, ate desistimos depois disso tudo. Existe um ringue em uma rua aqui onde voce pode pagar para lutar contra um tailandes baxinho mas com cara de enfezado ou fazer algum mano-a-mano com alguem que voce tenho implicado na night. Tudo com regras e juiz. Mas meu estado fisico totalmente avariado me impede de subir no ringue...

Pai, mae, fiquem tranquilos que a temporada de aventuras radicais chegou ao fim (pelo menos ate a Nova Zelandia). Amanha partimos pras praias, finalmente! Sombra e agua fresca...

domingo, 22 de novembro de 2009

Enviado do meu Blackberry da TIM

Chiang Mai, norte da Tailandia, 3a maior cidade do pais. Depois de ver um filhote de elefante andando tranquilamente pela calcada da rua, seguindo seu dono como um mero animal de estimacao, pretendendo ser a coisa mais normal do mundo (a primeira impressao era que se tratava de uma alucinacao coletiva!), perco meu blackberry num desses tuk tuks que aparecem do nada, te levam pro seu destino e desaparecem de novo no meio de tantos outros iguais a ele. Tentei manter a calma e fingir que não estava me sentindo vazio, como se não me faltasse um braco. Mas era inevitavel pensar na minha vida sem meu tamagochi e ja estava armando uma estrategia para conseguir um chip novo da TIM. Quando conseguimos lembrar, por sorte, de uma caracteristica quase unica do motorista: era um oriental de cabelo longo. Pulei em outro tuk tuk prometendo uma gorda recompensa e percorremos a cidade inteira atras do cabeludo. Quando a missao parecia fracassada, o maluco saca o celular de um saco plastico, fala alguma coisa que não entendo, e vai ao encontro do cabeludo, que nos esperava com o Blackberry na mao. Alguns Bahts de gratificacao para ambos e a vida felizmente de volta ao normal, com os posts continuando a terminar com a classica frase abaixo:
Enviado do meu BlackBerry® da TIM

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

BKK

De volta a Bangkok. Depois de NY e Tokyo, essa eh a cidade mais cosmopolita dessa trip. O aeroporto internacional eh de dar inveja a qualquer outro no mundo. Skyscrapers pra todo lado. E uma invasao de cadeias americanas. Acho que deve ter mais 7-eleven aqui do que em NY, com o cumulo de 4 lojas no mesmo quarteirao. Boots vem logo atras. Mas vemos tambem muito Mac, Burger King, KFC e Starbucks. A maioria concentrado na Khao San Road (ou Khao San Load, na pronuncia asiatica!), uma pequena rua repleta de hoteis, guesthouses, bares e boates, a verdadeira Gringolandia, onde estamos hospedados. Depois das 18hs, a rua ferve, ve-se de tudo, encontra-se de tudo, compra-se de tudo. Desde camisetas baratas e muito criativas ate escorpioes para comer, passando por diplomas e carteiras de motorista falsos, prostitutas, travecos, backpackers, muitos aproveitadores e carrocinhas de noodles e rolinhos primavera - a versao tailandesa do nosso dogao do fim da night. Pra não falar de um lugar onde se le: "we buy everything". Ahahah Onde o bebe chora e a mae não ve.

E o calor que continua nos castigando. Juro que se essa terra fosse um pouco mais quente, inviabilizaria o turismo! Tamos pensando ate em comprar algumas camisetas regata, ja que aqui isso não eh socialmente condenavel como no Rio.

Para fugir um pouco dessa loucura toda, recorremos de vez em quando ao Wallpaper (aquele guia de lugares top) e tentamos fugir para algum lugar mais sofisticado, sem esses Europeus sujos e de havaianas no pe! Heheh

Ficaremos aqui em Bangkok ate sabado, quando partiremos para o norte do pais, conhecer a tribo das mulheres girafas (aquelas que colocam varias argolas no pescoco), andar de elefante, rafting, etc. E semana que vem partimos para as praias tailandesas, onde ficamos mais uns 11 dias.

Enviado do meu BlackBerry® da TIM

domingo, 15 de novembro de 2009

Fotos Camboja





















PS: Mais creditos ao Dudu por vááárias fotos. Estou apenas aprendendo com ele...

Camboja

Difícil saber o que me esperaria aqui no Reino do Camboja. Uma das poucas coisas que sabia sobre o país era que aqui tinha sido fabricada minha camiseta branca da Banana Republic, aproveitando os baixissimos salários pagos ao seu povo majoritariamente miserável. O Camboja é o país mais pobre da região, fruto do passado recente de genocídio e fome produzido por Pol Pot, o líder comunista. O maluco tirou da cabeça que iria transformar o país em uma grande cooperativa agrícola, no melhor estilho Maoista, e forçou toda a população a abandonar suas casas na cidade e partir para o campo. Quem desobedecesse, era simplesmente morto. E nessa, o cara exterminou quase 2 milhões de pessoas, um quarto da população total do país na época. Bizarro. Outros morreram de fome. E até hoje vemos pelas ruas pessoas mutiladas por minas terrestres remanscentes da guerra civil.

Mas chegando aqui, percebemos que o turismo chegou para salvar o país. Existe uma grande infra-estrutura montada para receber os milhões de turistas que vem conhecer o Angkor Wat, maior monumento religioso do planeta e símbolo do país (tanto que está até estampado na bandeira nacional e também concorreu naquela votação das 7 maravilhas do mundo moderno) e outras dezenas de templos que ocupam uma área do tamanho de Ipanema e Leblon juntos. Foram todos construidos ha mil anos atrás, quando Angkor era a capital do imperio Khmer, um dos impérios mais grandiosos do mundo, que dominou todo o sudeste asiático por vários séculos (pura contradicao com a situacao atual do pais). São construções pretensiosas e megalomaniacas, cenario tipico de Indiana Jones e onde foi filmado Lora Croft. Realmente impressionate. Assim como é impressionante o calor que faz nessa terra. Estou sabendo da onda de calor que está rolando no Rio, mas pelo menos aí, se você não estiver na praia, certamente está em algum local com ar condicionado. Aqui temos que suar a camisa para visitar os templos, a não ser que fiquemos trancafiados no oásis que é o nosso quarto do hotel... Como diz o Lonely Planet (nossa bíblia e de todo santo mochileiro no mundo), o clima varia entre hot, hotter e burning hot.

Como aqui os comunistas ja nao estao mais oficialmente no poder (apesar de ainda dominarem o judiciario, policia e o exercito), nao temos o mesmo toque de recolher que havia no Laos e Vietna, proporcionando uma vida noturna um pouco mais ativa. O problema eh conseguir conciliar isso com a vida cultural diurna.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Saudades

2 meses.........


Mais Vietna

Soh mesmo no sudeste asiatico para voce pagar US$115 por um mini cruzeiro de 3 dias por uma baia paradisiaca, com uma noite em um barco playsson, outra em um hotel 3 estrelas em uma ilha, todas as refeicoes incluidas, regadas a muito frutos do mar, passeios de bike, caiaque, cavernas, etc. O lugar se chama Halong Bay, uma enorme baia onde verdadeiros monumentos de pedra surgem da agua em quase 2 mil ilhotas desabitadas. Um lugar totalmente inusitado quando pensamos no Vietna, que apesar de ser o pais mais conhecido aqui da Indochina, ainda eh lembrado por quase todos nos apenas pela guerra.

O esquema era tao bom que a maioria dos backpackers prefere pagar ainda mais barato(tem passeios de ate US$40 pelos 3 dias) por um pouco menos de conforto e mordomia. Resultado: caimos em um grupo da 3a idade praticamente. A tropa de elite era composta por um casal de russos obesos, outra familia de russos obesos (quase demos um sumico no russinho, mas o pai dele certamente era da KGB e iria nos queimar vivos!), um casal de lesbicas, Sidney OConnor e o bode, o indiano e sua esposa Michael Jackson, um pedofilo de Luxemburgo com seu toy boy tailandes e por ai vai... Pelo menos nos divertimos dando apelidos pra galera!











































PS: Tenho que dar o credito de muitas fotos ao Dudu, ate porque foi ele que trouxe a fisheye, essa lente grande angular que pega quase 180 graus e deixa tudo arredondado como um olho magico.